CIDADANIA ITALIANA POR CASAMENTO, O QUE MUDOU?

Até 25 de janeiro de 2019, qualquer pessoa que se casasse com um italiano poderia solicitar a cidadania após três anos; pagava uma taxa de 200 euros e enviava uma série de documentos através do portal do Ministério do Interior italiano, que avisava o consulado competente a receber os documentos originais.

Entre as mudanças mais importantes, há agora a certificação do conhecimento da língua italiana; para saber mais, encontramos o professor de direito civil e o advogado Giorgio Collina, de Belo Horizonte, que sempre acompanhou de perto as questões relativas a todos os tipos de cidadania e outros serviços consulares.

Aqui está o que o advogado Collina nos explicou.

Em 25 de janeiro de 2019, com a circular 666, o Ministério do Interior confirmou a espera de 3 anos da celebração do casamento, aumentou a taxa consular de 200 para 250 euros, dobrou a duração do procedimento para a concessão que passa da 2 a 4 anos, e introduziu a exigência de conhecimento da língua italiana no nível B1 do quadro de referência europeu comum para o conhecimento de línguas. A circular também afirma que as disposições são aplicadas a partir de 4 de dezembro de 2018.

A circular produz situações diferentes, para quem já apresentou os documentos até 4 de dezembro no consulado competente, a única diferença diz respeito à duração do procedimento que vai de 2 a 4 anos; os pedidos registrados até dia 4 de dezembro foram cancelados, é necessário pagar a diferença de 50 euros e reenviar todos os documentos além daquele que atesta o conhecimento do idioma italiano; a partir de 25 de janeiro de 2019, os novos pedidos estão totalmente sujeitos às novas disposições.

O nível de conhecimento da língua italiana B1 é um nível intermediário que requer uma compreensão dos pontos-chave relativos à família, trabalho, escola e lazer; que permite mover-se facilmente nas situações da vida cotidiana e escrever um texto simples sobre tópicos de interesse pessoal; expressar experiências, sonhos e ambições, explicando sinteticamente opiniões e projetos.

Para o requerente da cidadania por matrimônio, será necessário estudar italiano e apresentar-se às instituições autorizadas a emitir a certificação de conhecimento do nível de idioma italiano B1. Não é necessário fazer os exames básico e elementar A1 e A2; é possível se apresentar diretamente para o exame de nível B1.

No Brasil, quem emite o certificado são os dois “Istituti Italiani di Cultura” do Rio e São Paulo, o Centro de Idiomas da “Fondazione Torino” de Belo Horizonte e os Comitês Dante Alighieri; estas são instituições reconhecidas oficialmente pelo governo italiano.

Os Comitês da Sociedade Dante Alighieri estão autorizados a emitir a certificação necessária, mas é preciso tomar cuidado, porque no Brasil existem Associações Dante Alighieri que não são reconhecidas. Os Comitês reconhecidos no Brasil são  de Caxias do Sul, Curitiba, Joinville, Nova Friburgo, Recife e Rio de Janeiro. Em caso de dúvida, consulte o site oficial da Sociedade Dante Alighieri.

Quem morou ou ainda mora na Itália também pode produzir uma certificação emitida pelas seguintes instituições: Università per stranieri di Perugia; Università per stranieri di Siena; Università di Roma Tre; é também possível comprovar um nível adequado de conhecimento do idioma para aqueles que obtiveram um diploma emitido por uma instituição educacional pública ou reconhecida, na Itália ou no exterior, aprovada pelo Ministério da Educação e pelo Ministério das Relações Exteriores.

“Caso o certificado tenha sido emitido por um órgão público, será suficiente uma autocertificação com a indicação dos detalhes do documento, enquanto que no caso de uma instituição privada ou “paritaria” (escola administrada por um ente privado, porém considerada parte da rede pública de ensino, pois submetida ao mesmo regime das escolas administradas pelo Estado – N. do E.) será necessário apresentar uma cópia autenticada”, concluiu o advogado Giorgio Collina.

Cittadinanza per matrimonio, cosa è cambiato?

Fino al 25 gennaio 2019 chi sposava un italiano poteva richiedere la cittadinanza dopo 3 anni; pagava una tassa di 200 euro e inviava una serie di documenti attraverso il portale del Ministero degli Interni italiano che avvisava il consolato competente dove poi venivano esibiti i documenti originali. 

Fra i cambiamenti più importanti c’è adesso la certificazione della conoscenza della lingua italiana; per saperne di più abbiamo incontrato il professore di diritto civile ed avvocato Giorgio Collina di Belo Horizonte che ha sempre seguito da vicino le questioni riguardanti tutti i tipi di cittadinanza e gli altri servizi consolari.

Ecco quello che ci ha spiegato l’Avvocato Collina.

Il 25 gennaio 2019, con la circolare 666, il Ministero degli Interni ha confermato l’attesa di 3 anni dalla celebrazione del matrimonio, ha aumentato dai 200 ai 250 euro la tassa consolare, ha raddoppiato la durata della procedura per la concessione che passa dai 2 ai 4 anni, e ha introdotto il requisito della conoscenza della lingua italiana di livello B1 del Quadro comune europeo di riferimento per la conoscenza delle lingue. Nella circolare si stabilisce anche che le disposizioni vengono applicate a partire dal 4 dicembre 2018.

La circolare produce situazioni differenti, per chi ha già presentato i documenti entro il 4 di dicembre presso il consolato competente l’unica differenza riguarda la durata della procedura che passa dai 2 ai 4 anni; le richieste protocollate a partire dal 4 di dicembre sono state cancellate, è necessario pagare la differenza di 50 euro e ripresentare tutti documenti oltre quello che certifica la conoscenza della lingua italiana; a partire dal 25 gennaio 2019 le nuove richieste sono soggette integralmente alle nuove disposizioni.

Il livello di conoscenza della lingua italiana B1 è un livello intermedio che esige la comprensione dei punti chiave che riguardano la famiglia, il lavoro, la scuola e il tempo libero; che consente di muoversi con facilità nelle situazioni di vita quotidiana e di scrivere un testo semplice su argomenti di interesse personale; esprimere esperienze, sogni ed ambizioni, spiegare sinteticamente le proprie opinioni e progetti.

Per il richiedente la cittadinanza per matrimonio sarà quindi necessario studiare italiano, anche privatamente, e presentarsi alle istituzioni che sono autorizzate a rilasciare la certificazione di conoscenza della lingua italiana livello B1. Non è necessario dare gli esami dei livelli base ed elementare A1 e A2, ci si può presentare direttamente per l’esame del livello B1.

In Brasile chi rilascia il certificato sono i due Istituti Italiani di Cultura di Rio e San Paolo, il Centro di Lingua della Fondazione Torino di Belo Horizonte e i Comitati Dante Alighieri; queste sono istituzioni ufficialmente riconosciute dal Governo Italiano.

I Comitati della Società Dante Alighieri sono abilitati ha rilasciare la certificazione necessaria, ma bisogna fare attenzione perché in Brasile esistono della Associazioni Dante Alighieri che non sono riconosciute. I Comitati riconosciuti in Brasile sono quelli di Caxias do Sul, Curitiba, Joinville, Nova Friburgo, Recife e Rio de Janeiro. In caso di dubbio si può consultare il sito della Società Dante Alighieri.

Chi ha soggiornato in Italia può anche produrre una certificazione rilasciata dalle seguenti istituzioni: Università per stranieri di Perugia; Università per stranieri di Siena; Università di Roma Tre; in alternativa è possibile provare un livello adeguato di conoscenza della lingua per chi ha ottenuto un titolo di studio rilasciato da un istituto di istruzione pubblico o paritario, in Italia o all’estero, riconosciuto dal Ministero dell’Istruzione e dal Ministero degli Affari Esteri.

“Nel caso il certificato sia stato rilasciato da un ente pubblico sarà sufficiente un’autocertificazione con l’indicazione degli estremi dell’atto, mentre nel caso di un istituto privato o paritario sarà necessario presentare una copia autenticata” conclude l’Avvocato Giorgio Collina.


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